[giselle s.]
A brusca mudança da divisão da cidade começou a se acentuar a partir do século XIX e depois não parou de crescer. No início, a distância entre centros urbanos (condomínios fechados) e periferia era conseqüência de uma má distribuição de renda e poder. No final, os melhores lugares ficavam com quem tem dinheiro e as sobras para o restante da sociedade. Com o passar do tempo, a periferia criou centros internos, o que foi uma forma de defesa visando o afastamento de superioridade imposta pela burguesia. Esta atitude tornou a distância entre as classes sociais menor, inserindo a população periférica novamente ao crescimento social dando-lhe possibilidade de construir uma nova história da cidade. Hoje, o crescimento econômico difundiu o nível da sociedade, misturando burguesia e periferia em um mesmo lugar. A periferia passa a estar no centro e vice-versa. Esta afirmação confirma o início do afastamento da burguesia dos centros urbanos, fugindo não só da violência e da mistura de classes, mas também da
As áreas rurais estão sendo invadidas com a criação de condomínios de luxo, o que esta dividindo novamente a sociedade.
Com o crescimento demográfico e a globalização as pessoas passaram a se misturar mais nos centros das cidades, diminuindo as diferenças. Desta forma, a cidade passou a não ser vista mais por classe e sim por homogeneidade. A mistura de área urbana com as fábricas trouxe um condensamento da sociedade. Tudo no mesmo lugar e para todos. Com isso, a cidade passa a ficar mais movimentada e conseqüentemente mais violenta. Estes fatores contribuíram para a fuga da classe media para os centros rurais, em busca de proteção e tranqüilidade. Os interiores estão sendo tomados por condomínios fechados, que cria um novo tipo de se viver. Um exemplo disto pode ser percebido no novo condomínio Vale dos Cristais, em Nova Lima, onde a infra estrutura ira disponibilizar um centro empresarial, um centro de comércio e de serviços – com lojas de conveniência, padaria, farmácia, entre outros – um espaço para a prática de esportes e uma escola. As novas gerações terão tudo, sem ter que sair de onde vivem.¹
Outro fator que interfere é a despreocupação com os espaços públicos, como praças, ruas, parques, calçadas e transportes coletivos. Eles deixam de ser palco do convívio social para se tornarem meros territórios de passagem rápida, enfraquecendo a relação entre cidadão e cidade. Esses espaços são substituídos, gradativamente, por espaços privados, como os condomínios fechados, os shoppings centers e os clubes particulares.
Podemos perceber esta divisão também na concepção da cidade, pois há uma gritante diferença. As favelas se tornaram amontoados de barracões que tomam conta de morros e locais indevidos, se preocupando mais com a questão de sobrevivência do que tudo. E as áreas onde os empresários e pessoas da classe media alta moram, são compostas de prédios ou residências que esbanjam luxo e poder.
As novas gerações estão convivendo entre si, não dando espaço para conhecer o mundo que existe fora dos muros de onde vivem. A sociedade desta forma, est formando pessoas egoístas e despreocupadas com o próximo, e com isto, uma das melhores características da globalização esta começando a se perder. A relação que antes já era rara, agora se encaminha para impossível. É hora de unir a sociedade e, não deixar que a cifras (poder, dinheiro) imponha com quem
Perder a relação entre sociedade significa dar um passo atrás na evolução da cidade e isto pode acarretar a uma maior centralização do poder.
Evolução da cidade - RJ

As áreas rurais estão sendo invadidas com a criação de condomínios de luxo, o que esta dividindo novamente a sociedade.
Com o crescimento demográfico e a globalização as pessoas passaram a se misturar mais nos centros das cidades, diminuindo as diferenças. Desta forma, a cidade passou a não ser vista mais por classe e sim por homogeneidade. A mistura de área urbana com as fábricas trouxe um condensamento da sociedade. Tudo no mesmo lugar e para todos. Com isso, a cidade passa a ficar mais movimentada e conseqüentemente mais violenta. Estes fatores contribuíram para a fuga da classe media para os centros rurais, em busca de proteção e tranqüilidade. Os interiores estão sendo tomados por condomínios fechados, que cria um novo tipo de se viver. Um exemplo disto pode ser percebido no novo condomínio Vale dos Cristais, em Nova Lima, onde a infra estrutura ira disponibilizar um centro empresarial, um centro de comércio e de serviços – com lojas de conveniência, padaria, farmácia, entre outros – um espaço para a prática de esportes e uma escola. As novas gerações terão tudo, sem ter que sair de onde vivem.¹
Outro fator que interfere é a despreocupação com os espaços públicos, como praças, ruas, parques, calçadas e transportes coletivos. Eles deixam de ser palco do convívio social para se tornarem meros territórios de passagem rápida, enfraquecendo a relação entre cidadão e cidade. Esses espaços são substituídos, gradativamente, por espaços privados, como os condomínios fechados, os shoppings centers e os clubes particulares.
Podemos perceber esta divisão também na concepção da cidade, pois há uma gritante diferença. As favelas se tornaram amontoados de barracões que tomam conta de morros e locais indevidos, se preocupando mais com a questão de sobrevivência do que tudo. E as áreas onde os empresários e pessoas da classe media alta moram, são compostas de prédios ou residências que esbanjam luxo e poder.
As novas gerações estão convivendo entre si, não dando espaço para conhecer o mundo que existe fora dos muros de onde vivem. A sociedade desta forma, est formando pessoas egoístas e despreocupadas com o próximo, e com isto, uma das melhores características da globalização esta começando a se perder. A relação que antes já era rara, agora se encaminha para impossível. É hora de unir a sociedade e, não deixar que a cifras (poder, dinheiro) imponha com quem
Perder a relação entre sociedade significa dar um passo atrás na evolução da cidade e isto pode acarretar a uma maior centralização do poder.
Evolução da cidade - RJ

Favela Rio de Janeiro nos dias de hoje. (1) ,

O alargamento da rua da Carioca testemunhado pela fotografia de Augusto Malta, em 1906, mostra o verdadeiro canteiro de obras em que foi transformado o centro urbano do Rio de Janeiro no início do século XX. Os velhos sobradões, a maioria usada como cortiços que abrigavam dezenas de famílias, ou antigos armazéns, foram demolidos para dar lugar a largas ruas e avenidas que tornaram a região um pólo comercial, banindo os antigos moradores. (4)
Bibliografia:
Texto base: Alicia Duarte Penna. O espaço infiel: Quando o giro da economia capitalista impõe-se a cidade. (vol. 1 e 2). 1995. Dissertação (mestrado em Geografia) – Instituto de Geociências, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG. p.25-55
Documentário: Eunério Júnior
Imagens:
*(1)Retirado do site: www.unisantos.br/.../artigos
php?cod=24
*(2) Retirado do site: www.uepg.br/rhr/v2n2/kessel.htm
*(3) Retirado do site: www.radio.weblogs.com
*(4) Retirada do site: cifrantiga2.blogspot.com/2006_10_01_archive.html


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