Na aula do dia 06/10/09, durante a aula de História e Teoria da Arquitetura e da Cidade IV, foi discutido o texto Destruição “inteligente” de Eyal Weizman. A destruição inteligente acontece quando as forças armadas têm o conhecimento arquitetônico do lugar a ser invadido. De acordo com uma entrevista feita pelo autor com Aviv Kokhavi, um jovem comandante da Brigada de Pára-quedistas das Forças de Defesa de Israel, o combate teria que ser feito com o máximo de cautela para não cair em armadilhas. Essas manifestações eram contra a violência nas favelas. Os policiais penetravam na vila e não construíam postos de comando com objetivo de não criarem hábitos para não evitar o inesperado, para isso “trabalham o tempo inteiro na surpresa”. A metodologia citada por Kokhavi é deslocar-se pelas paredes, abrindo um buraco e surgindo de repente por ele. Os policiais não seguiam a linha arquitetônica, mas transgrediam o próprio uso da arquitetura, estudando a função e transgredindo essa função, a fim de “pegar de surpresa”.
O terrorismo com terroristas também era uma forma usada como tática do medo e um exemplo disso é a forma como agia Bin Laden. Essas formas de invasão tinham grande significado para as cidades, pois se tem como fazer um controle militar na favela, é melhor que realizar uma reurbanização. Mas mudam-se as estratégias conforme a política do lugar, ou seja, de 4 em 4 anos. § Sites relacionados: http://www.45graus.com.br/geral/46772/tentativa_de_invasao_de_favela_deixa_cinco_policiais_feridos_no_rio.html http://visaodafavelabr.blogspot.com/
http://www.omovimento.com.br/modules/news/article.php?storyid=179
Um comentário:
Muito bom !
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