Anotação aula do dia 31/05/07
Paralelepípedo_1848/1871 Tradução
$ Fruição
Fetiche Xadrez
Loja de penhora Caixa Verde
...Ismo Faça você mesmo
à 1887 à1968 à2007
Casaco de Marx Morte Marcel Duchamp Formatura
KoolhaasàSujeito
Metropolitano
Anos 60
Revolução sexual (Ação)
Poder de compra (Consumo)
Juventude (Ação)
Comunismo
Cadeia de Lojas (Consumo)
Zona Rural x Zona Urbana
UrbanoàCidade
Conflito Gerações (Ação)
Terceiro Mundo - Ásia
- Negros americanos
- Europa Operária
Movimentos de Periferia
Koolhaas: Mutations + Project on the City 01 + 02
Evolução de pensamento
Nessa fase de koolhaas, ele faz uma ampla investigação em torno dos efeitos da modernização mais recente sobre os grandes centros urbanos nas mais diversas regiões do mundo.
Juntamente com outros arquitetos e pensadores, especula cientificamente sobre a cidade e cataloga os fenômenos contemporâneos.
Começava a surgir o que Koolhaas viria a designar de Cidade Genérica, a expressão urbana da Congestão.
A Cidade Genérica representa o corte definitivo com as visões historicistas herdadas do pós-modernismo de Aldo Rossi. Nem sempre o passado se reflete no futuro. Nem sempre há uma doutrina. Porque a Cidade Genérica é um fenômeno total e as doutrinas, na cidade, só se aplicam fragmentadas. O genérico não representa tanto uma perda de identidade, mas a apropriação de uma nova identidade, de total indiferença, sem centro, sem periferia, sem entraves à expansão.
A Cidade Genérica expande-se e renova-se através da multiplicação exponencial do mesmo módulo estrutural simples, sem contemplações por nenhuma ordem, ocupando o vazio ou destruindo e substituindo o existente. Aquilo que não funciona é simplesmente eliminado e rapidamente esquecido. Na Cidade Genérica há sempre espaço para todos, a habitação nunca é um problema. A elevada densidade multiplica os habitantes por metro quadrado. O arranha-céu é a tipologia definitiva.
A Congestão é o valor fundamental. Mas não é uma intenção, é uma conseqüência inevitável. Como a Globalização não é um fenômeno concreto e concertado, mas um conjunto complexo e espontâneo de ações. Acima de tudo, importa reter que a Cidade Genérica é real.
Questões trabalhadas
Reflexão a partir da idéia de que a globalização e o urbanismo transformam o ambiente e as formas tradicionais da arquitetura. Rem Koolhaas é um dos mais radicais criadores de arquitetura para a era da globalização, concebida para grandes escalas. Koolhaas opera com as idéias de "cidade genérica" (manchas urbanas sem qualidades específicas) e de "bigness" (tamanho desproporcional das maiores cidades do mundo) como uma beleza particular das metrópoles. A cidade genérica é sem história, superficial, amorfa, incoerente e congestionada, refratária a todo esforço de planificação.
Os gigantescos projetos de Koolhaas contrariam, por sua própria enormidade, as concepções tradicionais de exterior e interior. Escapam à percepção formal. Escalas que implicam em incomensurabilidade. A arquitetura diante do que não tem limites, do imensamente grande. Essa é, para ele, a forma mais acabada de arquitetura. O tamanho do edifício passa a determinar o programa. Uma escala que desencoraja visões que pretendam abarcar tudo: essa massa não pode mais ser controlada por um único gesto arquitetural. O resultado são megaestruturas que questionam o status de construções específicas. Arquitetura convulsiva que se espalha infinitamente, incontrolável, não mais comprometida com a criação de ordem e coerência. A urbanização perversiva transformou a própria condição urbana.Se um novo urbanismo é possível, diz Koolhaas, não se tratará mais da disposição de objetos mais ou menos permanentes, mas da irrigação de territórios. Ele não buscará mais configurações estáveis, mas a criação de campos que acomodem processos que resistam a ser cristalizados em formas definitivas. Não a imposição de limites, mas a supressão de fronteiras. Não a identificação de elementos, mas a descoberta de híbridos. Não mais obcecado com a cidade, mas com a manipulação da infra-estrutura para infinitas intensificações e diversificações, curtos-circuitos e redistribuições _ a reinvenção do espaço urbano.
MUTATIONS
Rem Koolhass em seu livro Mutations, analisa os reflexos do acelerado processo de urbanização provocado pela globalização econômica e cultural com um significado quase ecológico. A primeira cidade a surgir com este princípio talvez tenha sido Roma, que por necessidades políticas, econômicas e estratégicas tinha que estar inserida em um contexto fluido e integrado.
No livro, a publicação de várias paginas com fotos de pessoas nos mostra uma homogeneidade pela heterogeneidade, (Comentário em sala de aula: Lembra muito a perda da identidade de fotos em que varias pessoas aparecem reunidas). O livro é organizado como um Atlas de pesquisa do urbanismo contemporâneo. Projetos como Uncertain States of Europe (Stefano Boeri e Multiplicity) e Lagos (Koolhaas e Harvard) são apresentados como indicadores de novas tendências.
“Estados Incertos da Europa” é um projeto coletivo de investigação que estuda as transformações territoriais que se produzem na Europa contemporânea. Concebido ao redor da questão da incerteza, o projeto USE aborda ao mesmo tempo mudanças contínuas na identidade
territorial, econômica e geopolítica da Europa, e a atual incapacidade e escassez de ferramentas para a observação e representação das dinâmicas que reconfiguram hoje em dia a geografia
política e econômica da Europa.
Lagos, é considerada simultaneamente o paradigma e o extremo patológico da cidade na África Ocidental, continua existindo e produzindo apesar de sua quase completa carência de infra-estruturas, sistemas, organizações e instalações que definem a palavra “cidade” segundo a metodologia do planejamento utilizado no Ocidente. Lagos, como ícone da urbanidade do Ocidente na África, inverte todas as características essenciais da chamada cidade moderna.
A paisagem urbana se desenvolve hoje de acordo com a lógica das eficiências de curto prazo: agilidade, substituição, escala. Cidades inteiramente entregues ao mercado. O movimento de recursos, o lucro, torna-se o objetivo central da urbanização. Os mecanismos e espaços de compras estão colonizando e moldando todos os aspectos e instituições da vida urbana contemporânea, criando espaços interiores continuamente articulados e indiferenciados. Por outro lado, surgem situações que garantem sua produtividade apesar de uma quase completa ausência das infra-estruturas e organizações que definem a urbanidade segundo as metodologias de planejamento convencionais. Elas ilustram a eficácia em larga escala de sistemas e agentes considerados marginais e informais. A relação entre mutação territorial e auto-organização, num panorama em que inovação e mudança derivam de processos não planejados ou regulados. Cidades na vanguarda da modernização globalizante.
PROJECT ON THE CITY 1
Em 1996-97, os graduandos de Harvard estudaram O Delta do Rio das Pérolas (PRD em inglês), um apanhado de cinco cidades com uma população de 20.000.000 que provavelmente alcançará 36.000.000 até 2020. O estabelecimento de zonas econômicas especiais no PRD - "laboratório de controle do crescimento do capitalismo" - acelerou uma experiência jamais vista em urbanização em grande escala surpreendente. Great Leap Forward contém ensaios que exploram, num contexto estatístico e teórico, os resultados desta rápida modernização, que produziram uma matéria urbana completamente nova.
PROJECT ON THE CITY 2
Harvard Design School´s Project on the City 2 é uma tese de graduação que examina os efeitos da modernização na condição urbana. A cada ano o "Project on the City" estuda uma região ou fenômeno específico, e desenvolve um alicerce e vocabulário conceituais para ambientes urbanos que não podem ser descritos nas categorias tradicionais de arquitetura, paisagem ou urbanismo. A fim de compreender novas formas de urbanização, o orientador da tese Rem Kookhaas e os alunos das áreas de arquitetura, paisagem e urbanismo documentam e analisam as áreas de estudo através da combinação do campo de pesquisa, análise estatística, desenvolvimentos históricos e anedotas. O resultado de cada projeto é um estudo intensivo e especializado dos efeitos de modernização na cidade contemporânea. Durante os anos de 1997 e 1998, os graduandos de Harvard concentraram seus estudos no fenômeno de compras como modo primário da vida urbana. Como um motor de urbanização generativo, o ato de comprar tornou-se um elemento determinante da cidade moderna, e em muitos casos, a razão para sua existência. A pesquisa para este projeto, centrado nos Estados Unidos, Europa e Ásia, enfoca tecnologias de varejo, estratégias de marketing, e a hibridação dos ambientes recreativos/culturais de varejo.
Koolhaas: Content + Reconsidering OMA
CONTENT
É um produto do momento. Inspirado pelos “sobe e desce” incessantes da globalização do século XXI. O Content é uma instabilidade, não é eterno, usa a volatilidade como uma licença de ser imediato, informal, sem corte: “abraça” a instabilidade como uma fonte de liberdade. É uma tentativa de ilustrar as relações ambíguas do arquiteto com as forças da globalização. O Content é uma continuação do SMLXL [um inventário de sete anos do trabalho do OMA]. Em muitas maneiras ele é tudo que seu antecessor não é: denso, barato, descartável. A sua lógica é neutralizada pela incorporação de vozes críticas externas, a sua trajetória se move sempre ao leste, começando em São Francisco e terminando em Tóquio.
OMA
Em 1975, Rem Koolhaas, Elia, Zoe Zenghelis e Madelon Vriesendorp fundam o Office for Metropolitan Architecture (OMA), uma sociedade internacional de arquitetura, com o objetivo de definição das relações, tanto teóricas como práticas, entre a arquitetura e a situação cultural contemporânea. O escritório emprega uma equipe de mais de 200 funcionários de mais de 30 nacionalidades. Arquitetos, cadistas, desenhistas, desenhistas industriais e gráficos.
Consultores especialistas em assuntos pertinentes ao projeto são envolvidos desde o princípio do processo de cada um. A constante mudança das coisas é considerada uma fonte valiosa de uma nova contribuição, a continuidade está garantida por um seleto grupo de líderes de projeto.
Embora a maioria dos projetos que foram realizados foram construídos nos Países Baixos e na França, o escritório se interessou pela Ásia resultando na firma de Hong Kong, fundando assim uma filial: o OMA Ásia. Acomodando uma diversidade de projetos ao longo do mundo, o OMA mantém escritórios também na França (OMA - AMO Rotterdam) e na América do Norte (Arquitetura de OMA - AMO Nova York).
AMO
Nos anos 90, com o projeto para a nova sede da Universal, o OMA foi exposto a várias mudanças que absorveu o mundo de mídia e com isto a importância crescente do domínio virtual. Isto conduziu Rem Koolhaas e OMA a fundar um estúdio de design e pesquisa no escritório de Rotterdam da companhia, o AMO, exclusivamente dedicado para a investigação e desempenho neste assunto, é a contraparte para a tradicional prática arquitetônica do OMA. Enquanto o OMA se dedicou à realização de edifícios e planos pilotos, o subsidiário AMO é um "pensamento" que opera em áreas além dos limites da arquitetura e urbanismo, inclusive na sociologia, tecnologia, mídia e política, aplica pensamentos arquitetônicos em sua forma pura para questões de organização, identidade, cultura e programa, e define modos - do conceitual à operação, para endereçar todo o potencial da condição contemporânea. O AMO encarna ambas as experiências profissionais do OMA e o conhecimento gerado pela Escola de Projeto e Design de Harvard.
O AMO trabalha paralelamente ao OMA para os mesmos clientes, dispondo de serviços extra nos domínios da organização e identidade, enquanto ao mesmo tempo, trabalha no design do edifício que está sendo administrado. Por exemplo, este é o caso da PRADA: enquanto OMA trabalhou no design das três lojas (Nova Iorque, São Francisco e Los Angeles), AMO trabalhou na informação tecnológica da loja, no website e no conteúdo de mídia. Isto também conduziu para o trabalho na campanha publicitária de PRADA e consultas de negócios gerais. Desde a sua concepção, o AMO também age como um consultor para WIRED - uma revista de invenções tecnológicas na sociedade contemporânea (Comentário em sala de aula: Talvez o AMO seja um paço adiante para se pensar arquitetura).
Curiosidades:
à Prada NY (Comentário em sala de aula: Muito mais do que ser e ter é parecer/ Prada é um estilo de vida).
http://www.galinsky.com/buildings/prada/
à Pavilhão brasileiro na Expo de Bruxelas, 1958, do arquiteto Sérgio Bernardes citado na apresentação do Pavilhão temporário _ Londres em sala de aula: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/imagens/034_2.jpg&imgrefurl=http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp034.asp&h=204&w=300&sz=37&hl=pt-BR&start=7&tbnid=IbAKK6YbeJv2GM:&tbnh=79&tbnw=116&prev=/images%3Fq%3DPavilh%25C3%25A3o%2Bdo%2BBrasil%2Bna%2BExposi%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BInternacional%2Bde%2BBruxelas%26gbv%3D2%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG
à Filme “O Terminal”, citado em sala de aula na apresentação “Mutations + Project on the City 01 + 02”. Tom Hanks preso no aeroporto tem todo o contado com o mundo sem tocar o exterior
http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/terminal/terminal.asp
à Venda do livro Content:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.ribabookshops.com/img/covers/16012004153616.jpg&imgrefurl=http://www.ribabookshops.com/site/viewtitle.asp%3Fpid%3D4339&h=192&w=145&sz=34&hl=pt-BR&start=35&um=1&tbnid=2sPDzFU5qELndM:&tbnh=103&tbnw=78&prev=/images%3Fq%3D%2BAMO%2Bkoolhaas%26start%3D20%26ndsp%3D20%26svnum%3D10%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN
à reportagem da foto “tabela”: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.scielo.br/img/revistas/rsp/v21n3/05t1.gif&imgrefurl=http://www.scielo.br/scielo.php%3Fpid%3DS0034-89101987000300005%26script%3Dsci_arttext%26tlng%3Den&h=366&w=580&sz=32&hl=pt-BR&start=11&um=1&tbnid=jNxH_CcOK0_EYM:&tbnh=85&tbnw=134&prev=/images%3Fq%3DPOPULA%25C3%2587%25C3%2583O%2BNIG%25C3%2589RIA%26ndsp%3D20%26svnum%3D10%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26l
Noticias:
http://www.dexigner.com/architecture/news-pt5076.html
http://www.dexigner.com/architecture/news-pt9158.html
http://www.rtp.pt/index.php?article=271106&visual=16&rss=0
http://jn.sapo.pt/2005/04/05/cultura/A_lenda_da_Casa_da_M_sica_.html
http://216.239.51.104/search?q=cache:j7f8BFLz2SIJ:rtp1.rtp.pt/index.php%3Farticle%3D266214%26visual%3D5+REPORTAGEM+DE+INDICE+POPULACIONAL+LAGOS,+NIG%C3%89RIA&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=11&gl=br
http://72.14.209.104/search?q=cache:NvAEoSfLwnYJ:www.caixadefantasia.com/pnet/artigopnet.asp%3Fcod_artigo%3D156042+NOTICIAS+PROJECT+ON+THE+CITY+2+REM+KOOLHAAS&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=9&gl=br&lr=lang_pt
Links:
http://www.fag.edu.br/graduacao/arquitetura/anais/2004/trabalho_rem.pdf
Http://www.caixadefantasia.com/pnet/artigopnet.asp?cod_artigo=156042
http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticia0542005.asp
http://www.laboratorycluster.com/tese_por.htm
http://www.ppgte.cefetpr.br/dissertacoes/2006/beatriz.pdf
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-88392001000300006
http://www.oma.eu/index.php?option=com_projects&view=overview&Itemid=10
Http://tiosam.com/?q=Rem_Koolhaas
Http://www.laboratorycluster.com/tese_por.htm
Http://tiosam.com/?q=Rem_Koolhaas
http://www.africa-catalunya.org/congres/pdfs/cristina_salvador.pdf
Can Dialectics Break Bricks?
domingo, 24 de junho de 2007
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notas sobre a produção de teorias urbanas quaisquer
sobre fazer teoria
.Como se conhece
.O que é especular ou hipóteses
.Como racionalizar
.Sobre teoria e prática ou a importância da consideração do fenômeno teórico como histórico presentificável
.Quem formula uma teoria
sobre o Urbano
.Potências [in]disciplinares
.Virtualidade e Transdução
.Dialética e Gradações: necessidades da realidade
.vida cotidiana
.Urbanismo
.Sobre valores
.Festa
.[bio]Potência
[...]quaisquer?
sobre [panf]letagens [2sem2009]
usar a palavra-chave dada a partir dos seguintes textos como ponto de partida para produção de um construto
01. Kitchen Stories [direção: Bent Hammer] + ABALOS, I. O que é Paisagem = paisagens íntimas
02. KOOLHAAS, R. Cidade Genérica + KOOLHAAS, Rem. Vida na Metrópole ou a Cultura da Congestão = fantasias genéricas / congestão genérica
03. TSCHUMI, B. O Prazer da Arquitetura IN: NESBIT, K. Uma Nova Agenda para a Arquitetura = funcional / inutilidade
04. VIDLER, A. Teoria do Estranhamento Familiar IN: NESBIT, K. Uma Nova Agenda para a Arquitetura = roberto / dessimbolização
05. MAAS, W. FARMAX = leveza
06. NEGRI, A, HARDT, M. Multidão = maria de fátima
07. FLUSSER, V. Design: Obstáculo para a remoção de Obstáculos IN: _______. O Mundo Codificado = reciclagem / sofá
08. GANZ, Louise. Lotes Vagos na Cidade: Proposições para Uso Livre IN: ____ SILVA, B. Lotes Vagos = beleza
09. CRIMP, Douglas. Isto não é um Museu IN: _________. Sobre as Ruínas do Museu = coleção de museu / admiração imparcial
10. WEIZMAN, Eyal. Desruição Inteligente IN: v.v.a.a. 27a Bienal de Arte de São Paulo. Como Viver Junto = infestação / desparedamento
11. Koolhaas Houselife = funcionalidade
12. CORTEZAO, Simone. Paisagens Engarrafadas = paisagismo marcado
13. BRANDAO, Luis Alberto. Mapa Volátil. Imaginário Espacial: Paul Auster IN: _______. Grafias de Identidade. Literatura Contemporânea e Imaginário Nacional = andarilho
14. CANUTO, Frederico. Notas Sobre Ecologias Espaciais = ecossistemas
15. SANTANA, P. A Mercadoria Verde: A natureza = fotografias verdes
16. Central da Periferia = calypso amazônico / brega
17. BECKER, B. Amazônia: mudanças Estruturais e Urbanização IN: GONCALVES, M.F. et al. Regiões e Cidades. Cidades nas Regiões = fotografias verdes
19. Edifício Master. Direção: Eduardo Coutinho + CANUTO, Frederico. Apto[s], 01qrt, 1sl, 1coz, s/vg. =
20. WISNIK, Guilherme. Estado Crítico =
[d] - 1sem2009 = [doc]01 - 1osem2007 = [doc]
Documentário: Documentar os conteúdos ministrados durante a aula do dia, sendo obrigatório entregar no dia posterior, um arquivo digital contendo:
-fotografias/imagens do que foi escrito nas carteiras ou no quadro negro, bem como as discussões em sala de aula;
-outras imagens podem ser colocadas, porém devem ser relacionadas ao conteúdo da aula;
-um texto como o resumo da aula, podendo ou não conter colocações do aluno-autor;
-biografia dos autores citados em sala de aula [pesquisar no curriculo lattes, wikipedia e outros sites]. Na biografia dos autores citados deve, necessariamente, conter os trabalhos mais relevantes, bem como vínculo a escolas de pensamento;
-indicações de sites relacionados aos assuntos trabalhados em sala [mínimo de 05 links];
-notícias relacionadas ao assunto discutido em sala [mínimo de 05 notícias];
-fotografias/imagens do que foi escrito nas carteiras ou no quadro negro, bem como as discussões em sala de aula;
-outras imagens podem ser colocadas, porém devem ser relacionadas ao conteúdo da aula;
-um texto como o resumo da aula, podendo ou não conter colocações do aluno-autor;
-biografia dos autores citados em sala de aula [pesquisar no curriculo lattes, wikipedia e outros sites]. Na biografia dos autores citados deve, necessariamente, conter os trabalhos mais relevantes, bem como vínculo a escolas de pensamento;
-indicações de sites relacionados aos assuntos trabalhados em sala [mínimo de 05 links];
-notícias relacionadas ao assunto discutido em sala [mínimo de 05 notícias];
[a]02 - 1osem2007
Apresentações
Grupo A: Apresentação para a sala de aula dos seguintes temas:[SURREALISMO]+[DADAISMO]+[FLUXUS], segundo os seguintes critérios mínimos:
-exposição do pensamento do grupo e diversas correntes internas, através de seus conceitos;
-exposição das diversas modalidades: pintura, escultura, arquitetura...;
-período e países onde atou;
-principais nomes e respectivos trabalhos;
-articulação obra-conceitos-ambiente urbano.
Grupo B: Apresentação para a sala dos seguintes temas: [KOOLHAAS01 – Delirous New York+SMLXL]+
[KOOLHAAS02 – Mutations+Project on the City 01+02]+
[KOOLHAAS03 – Content +Reconsidering OMA], segundo os seguintes critérios mínimos:
-conceitos;
-eviolução de pensamento;
-textos e questões trabalhadas;
-cronologia dos trabalhos;
-articulação obra-conceitos-ambiente urbano.
[ps]03 - 1osem2007 = [ps]
Paisagens Superabundantes: Texto a ser entregue contendo imagens e textos, a partir dos conceitos operativos definidos diariamente na disciplina Teoria Urbana.
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