Leve é o contrario de pesado, que num contexto de cidade pode também ser entendido como concentrado, aglomerado. Para muitos pensadores do urbanismo pratico, a concentração na cidade pode ser eficiente do ponto de vista de economia de tempo com deslocamento e investimentos em infra-estrutura urbana. Mais nem tudo que e concentrado e pesado, assim como nem tudo que esta espalhado, e leve.
A forma de organização dos elementos, que compõe o meio urbano vão produzir essa percepção do que e leve e do que e pesado, variando de acordo com o ponto de vista. Os dados que o texto utilizou para mostrar que num levantamento não de deve-se levar em conta apenas os números, ajudam a entender que um, adensamento vertical e muito diferente de um horizontal, e ambos podem ser considerados leves ou pesados, apenas mudando o ângulo de visão ( em planta, ou em perspectiva). Sabe-se também que o tipo de arquitetura contribui significativamente para essa sensação. Os aglomerados (favelas) produzem um tipo de urbanismo pesado, que pode ser comparado aos bairros de classe alta com grande concentração de edifícios , como já fez o arquiteto Silvio de Podesta em palestra no curso de arquitetura do Izabela Hendrix no primeiro semestre de 2009. O urbanismo se reproduz muitas vezes de forma autônoma, (sem a interferência dos agentes reguladores da cidade), e gera paisagens que na maiorias das vezes são tidas como pesadas (favelas), ao passo que quando existe maior interesse e maior fiscalização desse agentes pode produzir paisagens mais “leves”. região da Pampulha em Belo Horizonte. Mais existem ainda outros fatores que podem interferir na percepção do urbanismo, como a topografia por exemplo. Duas cidades com concentrações, e tipologia arquitetônica próximas terão percepções completamente diferentes se a topografia de uma for mais “leve” e a da outra mais “pesada”. A organização do espaço e que vai orientar sua percepção, e vai determinar que tipo de leitura esse espaço vai produzir, e o conceito de leveza, vai variar em função das combinações dos diversos componentes da cidade. Sites:
http://www.milazzo.com.br/wordpress
http://gollnick.blog.terra.com.br
http://urbanidades.arq.br/
http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/180/imprime128126.asp
http://mdc.arq.br/2009/01/20/a-praca-do-espanto/
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