No dia 01/09/09 durante a aula de História e Teoria da Arquitetura e da Cidade IV, foi discutido o texto “Uma teoria sobre o estranhamente familiar” de Anthony Vidler. O estranhamente familiar pode ser considerado um fator distante, mas ao mesmo tempo próximo, por exemplo, a vontade que muitas pessoas têm de morar no interior em busca de melhor qualidade de vida, menos violência e tentativa de fugir do trânsito intenso, dentre outros. Essa realidade muitas vezes nunca foi vivida por essas pessoas. É uma nostalgia gerada pelo imaginário do ser humano, e não pela vivência, assimiladas por imagens de televisão, jornal, etc. Durante um determinado momento da aula, o aluno Roberto resolveu relatar sua experiência vivida em Sydney na Austrália.
Roberto comentou que, em países de primeiro mundo, essa vontade de mudar para o interior é minimizada, devido à melhor qualidade de vida das cidades, onde o trânsito flui, o transporte público é bom e as ofertas de cultura e lazer são bem melhores que em cidades do interior. Após essa discussão, finalizando a aula, o professor lançou a palavra-chave do dia a ser analisada: Roberto. Roberto é uma pessoa que tem um olhar diferente sobre o assunto discutido em sala de aula, por ter tido uma vivencia diferenciada. Determinados assuntos só podem ser discutidos embasados em experiências, para não ser apenas fruto do imaginário humano.
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