O filme assistido em sala de aula reflete claramente a oque é a posição do observador na vida cotidiana, somos sempre influenciados pela nossa posição de observador. Posição esta que define oque vemos e as conclusões que tiramos sobre oque vemos. No filme um pesquisador tenta reproduzir em um mapa de tensões o uso da cozinha residencial de um determinado homem, sueco e solteiro. Notamos que ao longo do filme este homem muda bruscamente a maneira de agir e conseqüentemente o uso que faz desta cozinha, levando assim ao total fracasso a conclusão da pesquisa.
Assim como no filme, isso acontece na vida, somos sempre influenciados pela nossa “posição de observador”, e esta posição de observador por sua vez nos é formada por infinitos fatores ao longo da vida. Assim entendemos que não existe imparcialidade, somos parciais a tudo, consciente ou inconscientemente.
Entendo por “paisagens intimas” a formação de opinião, de determinado individuo, baseada em todas as posições de observador que este individuo ocupa na vida. Esta paisagem intima, é única, pessoal e intransferível, tornando-se impossível de dois indivíduos construírem a mesma paisagem íntima.
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