Durante a ultima aula (terça-feira dia 18/08/09), ministrada pelo professor Frederico Canuto da disciplina História e Teoria da Arquitetura e da Cidade IV, o qual de forma aberta e descontraída propôs a nos alunos textos para reflexão e discussão, referentes ao arquiteto e ex cineasta koolhaas e ao final da aula lançou a palavra chave fantasias genéricas.
Penso que diante de uma cultura metropolitana da congestão, a qual se impõe, a primeiro plano suprimindo insensivelmente qualquer tipo de individualidade, seja ela material ou humana. Tornando, com tudo imprescindível para sua própria manutenção metropolitana, de um segundo plano, o das fantasias e individualidades genéricas. Isto é, em um ambiente de congestão físico e mental criado pelo próprio homem, onde necessidades e anseios são colocados em intima relação, o que torna de certa forma a própria essência metropolitana de um mundo denso, paralelo mas real, isto porém, gera constante dilema ser ao mesmo tempo um ambiente massificado no seu todo, mas capaz também de prover a si mesmo com células ou cápsulas capazes de suprir a frenética demanda de sua população por necessidades, as vezes frívolas, mas quase sempre instintivas nata da condição humana.
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