Can Dialectics Break Bricks?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

[doc+marina azevedo] sofá

[FLUSSER, Vilem. Design: obstáculos ou a remoção de obstáculos]
A palavra sofá nos sugere conforto, uso cotidiano. É um objeto utilizado em todos os locais do mundo, destinado à acomodação de pessoas e cada vez mais faz parte do design e da decoração das casas.
A cada dia surgem novos conceitos e designs de objetos, na maioria das vezes puramente estéticos, que fazem com que a população seja seduzida e sinta necessidade de obter o novo objeto. Nesta troca incessante surge a “dialética interna da cultura”, em que compra-se o novo para substituir o velho. Criando assim um círculo de criação de resíduos sem fim. O objeto antigo se torna lixo, criando um obstáculo, um problema.
É importante ressaltar o valor dos objetos em nossas vidas. Relações entre pessoas são estabelecidas a partir deles. O objeto é um meio, desta forma havemos de considerar tanto objetos, os materiais quanto os imateriais.
É intrigante pensar em algo imaterial como um objeto. Estamos acostumados a tocar, apalpar o que conhecemos como “objeto”.
Se utilizarmos a rede de computador, acessamos sites, assistimos programas de televisão e estes criam relações, sentimentos em nós, eles são objetos imateriais, mas são.
O objeto é capaz de modificar relações, criar novos conceitos, teorias, novas verdades.
Voltemos ao sofá. Um objeto bastante explorado por profissionais, sempre em busca de novos conceitos, matérias, formatos. O fator estética fala muito alto quando o quesito são móveis, chegando a ser uma das principais importâncias.
Mas ao parar para pensar, porque não procurar evoluções, mudanças mais significativas, que vão além do visual, novas características como a funcionalidade e a sustentabilidade.
A partir do momento que a dialética dos materiais é algo que já está incrustado na população, cabe a nós transformar essa troca constante em uma troca mais rica, com mais conteúdo e isolar o conceito que a estética é o fator mais importante. Ela é sim fundamental, mas que venha junto de outros valores e idéias, como a durabilidade, funcionalidade, sustentabilidade, biodegradabilidade.
Sites:
www.greenyoudecor.com
www.campanas.com
www.brasilnaweb.com.br
www.objetosdedesejo.com
theurbanearth.wordpress.com

[doc+amintas oliveira] leveza

Leve é o contrario de pesado, que num contexto de cidade pode também ser entendido como concentrado, aglomerado. Para muitos pensadores do urbanismo pratico, a concentração na cidade pode ser eficiente do ponto de vista de economia de tempo com deslocamento e investimentos em infra-estrutura urbana. Mais nem tudo que e concentrado e pesado, assim como nem tudo que esta espalhado, e leve.
A forma de organização dos elementos, que compõe o meio urbano vão produzir essa percepção do que e leve e do que e pesado, variando de acordo com o ponto de vista. Os dados que o texto utilizou para mostrar que num levantamento não de deve-se levar em conta apenas os números, ajudam a entender que um, adensamento vertical e muito diferente de um horizontal, e ambos podem ser considerados leves ou pesados, apenas mudando o ângulo de visão ( em planta, ou em perspectiva). Sabe-se também que o tipo de arquitetura contribui significativamente para essa sensação. Os aglomerados (favelas) produzem um tipo de urbanismo pesado, que pode ser comparado aos bairros de classe alta com grande concentração de edifícios , como já fez o arquiteto Silvio de Podesta em palestra no curso de arquitetura do Izabela Hendrix no primeiro semestre de 2009. O urbanismo se reproduz muitas vezes de forma autônoma, (sem a interferência dos agentes reguladores da cidade), e gera paisagens que na maiorias das vezes são tidas como pesadas (favelas), ao passo que quando existe maior interesse e maior fiscalização desse agentes pode produzir paisagens mais “leves”. região da Pampulha em Belo Horizonte. Mais existem ainda outros fatores que podem interferir na percepção do urbanismo, como a topografia por exemplo. Duas cidades com concentrações, e tipologia arquitetônica próximas terão percepções completamente diferentes se a topografia de uma for mais “leve” e a da outra mais “pesada”. A organização do espaço e que vai orientar sua percepção, e vai determinar que tipo de leitura esse espaço vai produzir, e o conceito de leveza, vai variar em função das combinações dos diversos componentes da cidade. Sites:
http://www.milazzo.com.br/wordpress
http://gollnick.blog.terra.com.br
http://urbanidades.arq.br/
http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/180/imprime128126.asp
http://mdc.arq.br/2009/01/20/a-praca-do-espanto/
http://www.mvrdv.nl http://www.dezeen.com/

[doc+caroline ferreira] maria de fátima

De acordo com a aula do dia 08 de setembro e o texto “Os rastros da multidão”, a nossa realidade de hoje nos causa grande estranhamento quando nos deparamos com as novas formas de organização da sociedade, o motivo deste sentimento se deve ao fato de estarmos presos a ideais passados de família, pátria, etc., o que nos garantia viver numa zona de conforto, estabilidade e segurança.
Hoje não existem mais referenciais, a sociedade pós-moderna é movida pelo caos e pela insegurança. Qualquer exemplo como o da Dona Maria de Fátima comprova este fato. Ela, assim como a maioria dos moradores de rua, taxados como a multidão, o povo, para nós pertencem a faixa dos marginalizados, aqueles que não prevíamos. E como que se fosse resposta aos nossos princípios e referencias, eles também não se importam com o que pensamos sobre eles, estão livres dos rótulos e rotinas que nos cercam e que nos tornam cada vez mais escravos do capitalismo. Estabeleceram suas subjetividades e vivem de acordo com seus princípios, seus comuns.
Para se entender o que acontece atualmente é necessário estabelecer novas formas de comunicação e cooperação uns com os outros e assim mudarmos nossos conceitos e subjetividades, somente com a troca de experiências e informações conseguiremos nos abrir e aceitar a nossa realidade pós-modernista. Para que haja uma formação de um senso comum entre as pessoas que possuem opiniões e formações diferentes, deve-se estabelecer um novo olhar sobre a sociedade descartado da nostalgia da sociedade tradicional que aos poucos vai se dissolvendo e formando novas formas de se viver e pensar. A nossa realidade nos mostra que somos todos diferentes e por isso se torna impossível entender a nova ordem social como algo unitário, simbolizado.
O que existe hoje é uma nova relação entre os povos em busca de um senso comum que não cause tanta estranheza e que seja compatível com a nossa realidade. Somente vivenciando e trocando idéias e experiências no dia-a-dia, poderemos aceitar como normal ou comum fatos como o da Dona Maria de Fátima, como os gays, rippies, etc.

[doc+roberto] roberto

No dia 1, de setembro de 2009 a aula de Historia de Arquitetura e da Cidade IV elaborada pelo professor Frederico foi destinada à leitura do texto Uma teoria sobre o estranhamente familiar. Com a leitura do texto foram debatidos assuntos como o bem estar das pessoas sobre arquitetura, bem estar e sentimentos que acontecem no dia a dia sobre os lugares que habitam. Foram citados também relações de diferentes tipos de pessoas e seu comportamento diante a cidade e seus lugares de repouso ou moradia, que possam ser lugares fechados como casa, criando um desejo de morar, habitar em lugar seguro dentro de uma grande cidade, gerando um conforto a si próprio ao se deparar com um grande e complexo exterior que ali fora. Essa grande cidade com milhares de coisas acontecendo simultaneamente tanto com aspecto positivo, negativo e estressante faz com que muitas pessoas começam a se deparar com um passado ate próximo com relação a sua antiga vida ou de seus pais em cidades pequenas( interiores), onde pontos negativos aparecem de forma bastante minimizada(menor violência, menos carros e possibilidades de locomoção a pé ou bicicleta) são fatores que causam maior conforto e bem estar das pessoas, que estão procurando isso com maior freqüência em condomínios distantes do centro urbano ou ate em cidade do interior. Um assunto que foi bastante debatido em sala que se tornou palavra chave Roberto aconteceu, a partir do momento em que o aluno Roberto comentou que em países de primeiro mundo estes pontos negativos de uma cidade grande eram bastante minimizados, com relação a essa visão que temos sobre a cidade grande e o interior, embasado em uma experiência vivida em Sydney – AUS. Ao falar que as pessoas se sentem melhores com relação ao bem estar, onde os índices de violência são bem menores, transporte publico funciona de forma espetacular com relação a conforto e horário diminuindo a necessidade das pessoas de usarem seus carros, e um transito que apesar de ser mão inglesa e existir grande numero de carros a sinalização e vias de grande qualidades fazem com que o transito aconteça sem engarrafamentos. Foi discutido nesse momento que a diminuição dos pontos negativos da grande cidade, se tornava um grande fato para a diminuição no interesse das pessoas em se mudarem para cidades pequenas. O assunto criado em sala fez pensar sobre diferentes formas em que o ser humano se depara as cidades com relação a sua postura e adequação à ela como pessoas estressadas, mendigos, pessoas com vontade de ter lugares fechados na maioria das vezes buscando segurança ou procurando espaços abertos para uma maior liberdade e ate mesmo sua mudança para um lugar de melhor bem estar pessoal.
sites
http://www.morandosozinho.net/2009/01/27/voltar-pra-casa-dos-pais-e-possivel/
http://blog.cybershark.net/barts/2009/02/03/chamava-riroca-mas-mudei-de-nome/
http://brunoimbrizi.com/blog/2009/01/preguica-de-escrever-sozinho/
http://www.brasileirosnaholanda.com/davida/mariela1.htm
http://lado.be/2008/11/22/voltando-para-casa/

[doc+mariana araujo machado] roberto

No dia 01/09/09 durante a aula de História e Teoria da Arquitetura e da Cidade IV, foi discutido o texto “Uma teoria sobre o estranhamente familiar” de Anthony Vidler. O estranhamente familiar pode ser considerado um fator distante, mas ao mesmo tempo próximo, por exemplo, a vontade que muitas pessoas têm de morar no interior em busca de melhor qualidade de vida, menos violência e tentativa de fugir do trânsito intenso, dentre outros. Essa realidade muitas vezes nunca foi vivida por essas pessoas. É uma nostalgia gerada pelo imaginário do ser humano, e não pela vivência, assimiladas por imagens de televisão, jornal, etc. Durante um determinado momento da aula, o aluno Roberto resolveu relatar sua experiência vivida em Sydney na Austrália.
Roberto comentou que, em países de primeiro mundo, essa vontade de mudar para o interior é minimizada, devido à melhor qualidade de vida das cidades, onde o trânsito flui, o transporte público é bom e as ofertas de cultura e lazer são bem melhores que em cidades do interior. Após essa discussão, finalizando a aula, o professor lançou a palavra-chave do dia a ser analisada: Roberto. Roberto é uma pessoa que tem um olhar diferente sobre o assunto discutido em sala de aula, por ter tido uma vivencia diferenciada. Determinados assuntos só podem ser discutidos embasados em experiências, para não ser apenas fruto do imaginário humano.
SITES
http://brasileiros-no-exterior.blogspot.com/
http://www.medos.com.br/
http://www.revistainteriorpaulista.com.br/
http://imaginarioreal.blogspot.com/

[doc+lulia lana] dessimbolização

A arquitetura moderna retrata hoje o caos e a fragmentação das metrópoles urbanas, transformando as construções em peças indispensáveis para compor a realidade das cidades.
É possível perceber a tentativa de alguns arquitetos de retratar a função de suas construções em sua fachada. Porém um espaço como uma biblioteca, não é utilizado somente para exposições de livros e sim para vários outros eventos, o que torna a construção limitada, ou até mesmo seu próprio interior.
Além da tentativa de retratar simbolicamente suas construções e seus objetivos, os arquitetos passaram a retratar o caos urbano, porém de forma mais visual, onde nem sempre e perceptível ao olhar do leigo, chamado de uncanny, ou estranhamento familiar.
A expressão estranhamento familiar, de Anthony Vidler, exemplifica exatamente a sensação de reconhecer as experiências do passado retratadas nas construções de outras épocas, ou seja, a tentativa de reviver essas experiências.
Conclui-se que a arquitetura moderna utiliza-se deste caos para projetar no interior de suas residências algo oposto ao que o individuo vivencia em seu dia a dia, tentando simbolizar a fragmentação e o caos em sua fachada, e fazer o oposto em seu interior, trazendo segurança, comodidade e tranqüilidade.
SITES:
Artigo: http://www.dacex.ct.utfpr.edu.br/ditoefeito1/Comunicação%20e%20espaço%20urbano.htm
http://labe-arq.blogspot.com/2009/05/en-terror-firma-na-trilha-dos-grotextos.html
Entrevista: http://www.usp.br/nutau/2008/ambasz_3.html
Reportagem http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/178/entre-o-espetaculo-e-o-oficio-a-busca-da-122853-1.asp

[doc+ana carolina] funcional

O prazer da arquitetura a partir do texto homônimo de Bernanrd Tschumi não está em ser pragmático, onde tudo é perfeito e bem planejado, e não gera problemas, pois a maior forma de prazer em arquitetura é o inesperado, ou seja, o caos (outro nome para o inesperado). Mas isso não quer dizer que a geometria e a racionalidade também não produzem prazer, pois elas também produzem, que é o chamado prazer da ordem. E o prazer da arquitetura não se restringe a esses prazeres.
Pode-se pensar na cidade como uma cidade-jardim, onde acontece o inesperado já quem possui diferentes traçados em um mesmo espaço, ou seja, onde não se pode planejar, pois a natureza não é controlável.
Então a arquitetura que os arquitetos e urbanistas sempre se preocupam e buscam, com apoio teórico de vitrúvios, é a funcionalidade, mas ao contrario, é a não funcionalidade que gera prazer, e, além disso, pode-se dizer que as restrições também geram prazer.
O prazer máximo da arquitetura está nos aspectos mais proibidos dela, ou seja, o ponto de partida da arquitetura é justamente “driblar” as proibições. Então exceder os dogmas funcionalistas não é uma questão de subversão, mas sim quebrar a forma de arquitetura que a sociedade conservadora espera dela, gerando ricas especulações.

[doc+marcos eustáquio] inutilidades

TSCHUMI, Bernard. O Prazer da Arquitetura.
Dois termos contraditórios de uma certa forma, e tanto pensar que essas contradições são verdadeiras, ambas proporcionam “ Prazer “. Geometria proporciona arquitetura mas nem sempre proporciona prazer, prazer nas ordens clássicas, prazer mental, afinal o que é prazer na arquitetura . Saber projetar sensações, esta somente na leitura formal. O prazer esta também quando se propõem em ordenar , criar curiosidades, informações na natureza, criar impacto na arquitetura ou simplesmente as formas geométricas dos parques. Existem desenhos de natureza onde a cidade se sobrepõem, elementos que provocam tumultos na mesma, idéia de uma arquitetura inútil, onde ela não supre as necessidades de seus usuários, o que não acontece no uso de uma arquitetura prazerosa, esta por sua vez é quando promove uma ruptura com o certo, é a arquitetura para poucos.
Sites
www.fotosite.terra.com.br
www.inutilidade.com.br
http://inutilidades.hex.com.br/archives/category/inutil/

[doc+paula] fantasias genéricas

Durante a ultima aula (terça-feira dia 18/08/09), ministrada pelo professor Frederico Canuto da disciplina História e Teoria da Arquitetura e da Cidade IV, o qual de forma aberta e descontraída propôs a nos alunos textos para reflexão e discussão, referentes ao arquiteto e ex cineasta koolhaas e ao final da aula lançou a palavra chave fantasias genéricas.
Penso que diante de uma cultura metropolitana da congestão, a qual se impõe, a primeiro plano suprimindo insensivelmente qualquer tipo de individualidade, seja ela material ou humana. Tornando, com tudo imprescindível para sua própria manutenção metropolitana, de um segundo plano, o das fantasias e individualidades genéricas. Isto é, em um ambiente de congestão físico e mental criado pelo próprio homem, onde necessidades e anseios são colocados em intima relação, o que torna de certa forma a própria essência metropolitana de um mundo denso, paralelo mas real, isto porém, gera constante dilema ser ao mesmo tempo um ambiente massificado no seu todo, mas capaz também de prover a si mesmo com células ou cápsulas capazes de suprir a frenética demanda de sua população por necessidades, as vezes frívolas, mas quase sempre instintivas nata da condição humana.

[doc+barbara braga] paisagens íntimas

O filme assistido em sala de aula reflete claramente a oque é a posição do observador na vida cotidiana, somos sempre influenciados pela nossa posição de observador. Posição esta que define oque vemos e as conclusões que tiramos sobre oque vemos. No filme um pesquisador tenta reproduzir em um mapa de tensões o uso da cozinha residencial de um determinado homem, sueco e solteiro. Notamos que ao longo do filme este homem muda bruscamente a maneira de agir e conseqüentemente o uso que faz desta cozinha, levando assim ao total fracasso a conclusão da pesquisa.
Assim como no filme, isso acontece na vida, somos sempre influenciados pela nossa “posição de observador”, e esta posição de observador por sua vez nos é formada por infinitos fatores ao longo da vida. Assim entendemos que não existe imparcialidade, somos parciais a tudo, consciente ou inconscientemente.
Entendo por “paisagens intimas” a formação de opinião, de determinado individuo, baseada em todas as posições de observador que este individuo ocupa na vida. Esta paisagem intima, é única, pessoal e intransferível, tornando-se impossível de dois indivíduos construírem a mesma paisagem íntima.
Links:
1- WWW.novacozinha.com.br
2- WWW.politicaparapoliticos.com.br
3- WWW.newmann.com.br
4- WWW.meuartigo.brasilescola.com
5- WWW.inspiira.org

[doc+cristina coelho] paisagens íntimas

No dia 11 de agosto, durante a aula de História e Teoria da Arquitetura IV, foi apresentado o filme “Histórias de Cozinha”. No filme percebemos uma pesquisa sendo realizada por um instituto de pesquisa sueco, que decide criar a cozinha ideal para o homem moderno e solteiro. Assistimos a alguns trechos do filme, onde pesquisadores testam protótipos de design revolucionário e observam os hábitos de homens solteiros na cozinha. Folke, um dos técnicos, acampa na fazenda de Isak, um velho fazendeiro, que não parece muito disposto a cooperar com o estudo. As situações absurdas se sucedem, causando reações dos alunos.
Assim iniciou-se um debate sobre como seria superficial o projeto de uma cozinha levando em consideração apenas um meio. No caso, a leitura da realidade se daria parcialmente.
A partir daí surgiram indagações quanto à parcialidade da realidade. Que seria impossível existir uma realidade que abrangesse o todo,uma verdade absoluta para todos.
Começamos a questionar sobre a posição do pesquisado, se haveria possibilidade da pesquisa perder a parcialidade caso fosse alterada a forma de se pesquisar. Já que o pesquisador estava sentado em uma cadeira, visualizando a cena como planta... Haveria a possibilidade de se instalar câmeras sem que o pesquisado soubesse. Mas, constatamos que, de toda forma a pesquisa seria superficial.
Depois, foram citados trechos do texto “O que é paisagem”, onde dialogamos sobre a visão da arquitetura como escultura, sendo que precisamos pensar em ouvir os caracteres do lugar, e não apenas contemplar o mesmo.
Ao finalizar a aula foi lançado o tema “paisagens íntimas” para ser escrito conforme a aula dada. Assim, ao chegar em casa dissertei sobre o tema, porém não havia feito uma co-relação com os assuntos dados em sala, tendo, enfim que repetir o relatório e divagar mais sobre o assunto.
O que pude constatar sobre o significado de “paisagens íntimas”, utilizando da minha bagagem existencial aliado aos debates durante a aula supra citada, foi que a nossa paisagem íntima é composta por nossa trajetória. Que nossa paisagem é construída partir de fragmentos retirados dos momentos que vivemos. O modo como vemos o mundo é baseado no encaixe dos “nossos fragmentos”. Somos seres individuais, com histórias distintas, pensamentos e ações distintas. Não importa se somos artistas, arquitetos, designers, fazendeiros, pesquisadores... Falamos, criamos, criticamos, a partir de nossa experiência acumulada... E, de acordo com o lugar que ocupamos durante nossa vida, podemos alterar a análise dos fatos.Cada um conta a sua história de acordo com a sua verdade... e essa verdade nunca será absoluta...Poderemos apenas ter uma interpretação individual dos fatos, uma verdade parcial.... Sendo que até a nossa verdade individual, poderá ser formada por várias verdades distintas. Como disse a terapeuta Lidia Aratangy, em um programa de entrevistas: “Não existe o totalmente verdadeiro porque não somos homogêneos. Temos um monte de personagens dentro da gente”.
SITES: A escolha desses sites surgiu por acreditar que cada um dos citados concebe seu caminho de acordo com sua paisagem íntima.
http://www.vikmuniz.net/
Vik Muniz, artista plástico, brasileiro, mora em NY. A escolha deste site se deu por perceber a forma como Vik Muniz apresenta a sua maneira de ver o mundo através da sua arte. Citação do Banner de lançamento de sua eposição em São Paulo: “Seu último trabalho foi criado com lixo "Pictures of Garbage". Afinal "Admirar a borboleta é fácil, difícil é encontrar a mesma beleza em uma lagarta." Ele conseguiu encontrar o belo no lugar menos provável: o lixo.”
http://www.casasegura.arq.br/
A decisão por citar este site se deu a partir do fato que para averiguar a necessidade de se realizar um novo conceito de casa para os idosos foram realizadas inúmeras pesquisas. E após análises das mesmas foi demonstrado que 70% dos idosos que sofreram algum tipo de trauma em casa, não recuperaram os hábitos de vida normal. Assim, se tornava visível a aplicação de conceitos que promovessem a segurança contra riscos de acidentes banais dentro das residências.
Citação do Site: ‘A Casa Segura é um novo conceito de moradia que visa oferecer aos idosos, parcela cada vez maior e mais atuante da sociedade, uma ambientação mais adequada, segura e confortável que lhes dê mais independência : uma vida caseira de qualidade e dignidade.”
http://www.universalhome.com.br/
Uma visão do designer como ser contribuinte para a sociedade.
Citação do Site: “A premissa do universal design é projetar ambientes e produtos que possam ser usados por todos, com conforto e segurança, independentemente das habilidades, capacidade física ou idade. Seus princípios devem estar fundidos na infra-estrutura da edificação e prega o investimento na capacidade dos ambientes e produtos, com base na adequação ao uso, praticidade e segurança.”
http://www.ecodesenvolvimento.org.br
Site que dissemina informações sobre desenvolvimento sustentável. Pessoas comprometidas e atuantes nos mais diversos setores da sociedade que, com o seu trabalho, contribuem para uma sociedade mais justa e um modo de vida sustentável. Os mesmos lutam por esta visão por acreditar na “ verdade” ecologicamente correta fundamentada por eles.
Citação do site: “Acreditamos que há um longo caminho a ser percorrido para que o homem tenha total consciência do seu papel no mundo moderno, contribuindo para construção de um modo de vida sustentável em sua plenitude.” http://www.gaiagino.com/
Um designer que analisou o comportamento do seu cão em casa e julgou que o mesmo comportamento poderia acontecer em outras residências. Assim, inventou uma capa de borracha para proteger os pés dos móveis dos mordidas do cão. Percebo que ele acreditou que a sua realidade poderia ser compartilhada por outras pessoas.
Trecho do site: “Se o seu cão tem mania de roer os móveis de casa, a melhor opção é uma capa feita em borracha natural, LEG COVER / DOG TOY, ela envolve completamente os pés, evitando que pelo menos ali não aconteça algum estrago.”

segunda-feira, 8 de junho de 2009

[doc-wanessa]alphaville

O significado da palavra “Alphaville” no contexto da aulaministrada pelo professor Frederico Canuto na data 21/05/2009 serefere à uma companhia de Urbanização do maior empreendimentoimobiliário da América do Sul, economicamente viável e urbanística.Amparada pela experiência prática de Alphaville Urbanismo e deLagoa dos Ingleses Urbanismo essa nova concepção de moradiatransformou o empreendimento no grande responsável pelo novocenário da rodovia que liga Nova Lima a Ouro Preto, a 20 minutosda capital mineira. Porém essa nova concepção é nascimento de umanova cidade, totalmente planejada e ordenada, mas, que há uma divisão de classes sociais dentro da própria associação.Todas as portarias de acesso às áreas residenciais são controladas portecnologia importada de última geração.Esse pensamento refere-se também a organização de fluxo e inspiração altamente tecnicista, fonte de inspiração para o desenvolvimento do plano piloto de Lúcio Costa para uma cidade moderna.     
A ocupação de Brasília entra em contradição com a Cidade Satélite onde há o convívio, habitação popular “lugar político” e Brasília não há familistério, reconhecida como cidade “vazia”.
Da mesma forma, o pensamento da lógica de separação das unidades habitacionais de Le Corbusier assimilada à concepção dos princípios do Modernismo se assemelha ao familistério dentro de um único Edifício onde o projeto funciona como um espaço de comunicação entre o exterior e interior, assim como as unidades consistem na utilização de várias funções independentes. 
Sites indicados:                                                                       
www.alphavillemg.com.br                                                                       
www.guiadebrasilia.com.br

[doc-vitor]alphaville

Empreendimentos como o Alphaville correspondem a mais evidente manipulação dos instrumentos de especulação imobiliária. Os efeitos de sua implantação são o surgimento do fenômeno da segregação espacial no tecido urbano, criando barreiras físicas, sociais e culturais ao desenvolvimento harmônico da cidade, tornando privado, espaços públicos como a rua.    
Tal como ocorreu em Brasília, onde houve o entricheiramento do indivíduo moderno na sua unidade habitacional. O Condomínio invoca uma realidade sócio-cultural diferente da brasileira. Tanto em Brasília quanto no Alphaville as quadras residenciais não possuem barreiras físicas, muros, entre os prédios, dando uma imagem do subúrbio norte-americano.     
Contudo, a Brasília (moderna) e o Alphaville (pós-moderno) ilustram a enorme desigualdade social histórica presente no país.  
Sites relacionados:     
http://www.mp.am.gov.br/noticias/mpnoticias.2007-11-19.9299214670/     
http://www.casasalphaville.com/     
http://www.al.ma.gov.br/paginas/noticias.php?codigo1=12555
http://www.mapaalphaville.com.br/
http://www.alphavillemg.com.br/index.asp
http://www.alphaville.tecnologia.ws/


[doc-vanessa]escala humana

As máquinas modificaram o cotidiano das pessoas – o artesanato foi extinto, o campo ficou vazio e as cidades abarrotadas. Sem estrutura para acolher tantas pessoas, elas ficaram amontoadas em pequenos espaços, desprovidas de instalações sanitárias, sem a circulação de ar puro e a presença da luz do sol, já que as casas eram coladas umas nas outras. Água limpa e espaços verdes, um luxo que não lhes era dado. Em meio à sujeira, as doenças apareceram. Era o caos total.
A carta de Atenas veio com o objetivo de estabelecer prognósticos mínimos e estabelecer critérios para a intervenção e organização das cidades. Tinha um contexto estritamente higienista.  
Uma de suas conclusões é que as cidades não conseguiam satisfazer as necessidades biológicas e psicológicas do homem.  
O progressismo e maquinismo causaram a desordem onde as cidades eram regidas somente pelos interesses privados. Não havia planejamento algum. Para eles a cidade deveria assegurar a liberdade das pessoas e possibilitar que as mesmas pudessem agir coletivamente e serem felizes no plano espiritual e material.  
Outro ponto interessante foi a definição da escala humana como padrão para o dimensionamento dos dispositivos urbanos. A partir deste momento todas as escalas ligadas à vida e às funções do ser humano teriam como base a escala humana. Mas não seria um homem qualquer esta escala seria baseada no homem branco, ocidental e bem nutrido.
O tempo de ir e vir e as distâncias seriam baseados no ritmo natural do homem. O mobiliário, os equipamentos e a melhor relação entre a disposição, altura e distância entre os mesmos, tudo seria baseado na escala humana.Nesta época surge a figura do especialista que passa a projetar casas sem a intervenção do cliente. Isto só foi possível a partir da definição da escala humana. “Para que conversar com o cliente se já tenho todas as medidas de que preciso”.Até hoje a escala humana é utilizada em muitos projetos e levantamentos. Um exemplo é o livro “Arte de Projetar em Arquitetura” de Neufert. 
Sites: 
http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp204.aspAcesso em 22/05/2009 
http://sburbanismo.vilabol.uol.com.br/o_urbanismo.htmAcesso em 22/05/2009 

[doc-raquel]escala humana

Na última aula, discutimos sobre a Carta de Atenas resultante do CIAM em 1933, tendo em vista a realidade que antecedeu a carta, e o que foi realizado após sua publicação.
Antes da Carta de Atenas, foram listados os problemas vivenciados pela cidade e sociedade após a Primeira Guerra mundial, sendo portanto o caos que as cidades viraram, a situação psicológica e biológica da população, além de questões que relacionavam o envolvimento da iniciativa privada com o poder público.
As propostas de soluções foram feitas a partir de padrões que foram estabelecidos, como por exemplo o homem que desfrutaria dos benefícios ali propostos seria o homem branco ocidental, outro exemplo de um padrão pré-determinado está relacionado à escala humana que seria o norte para as criações, desconsiderando as diferenças entre as pessoas.
A Carta tinha em vista a idéia da cidade funcional, a partir de quatro funções básicas na cidade – habitar, trabalhar, recrear e circular – que seria portanto o ponto de partida para novas propostas de uma cidade onde fosse possível tornar as pessoas felizes dentro do plano espiritual e material, e realizar atividades coletivas, enfatizando sempre de forma excessiva o potencial da arquitetura para resolver os problemas urbanos.
Opinião: 
Acredito que formas de padronização na hora de criar soluções que atendam as necessidades da sociedade possam se converter em limites, barreiras, de forma que a criação se torna repetição, produção em série, e o novo perde a vez
sites:
http://plano.weblog.com.pt
http://blogdomauroodealmeida.blogspot.com (referente ao 26 dia de agosto de 2008) 

quarta-feira, 6 de maio de 2009

[doc-janims] cópia

cópia  pode ser entendida como aquilo que agride a individualidade de algo ou de alguém. É um atentado à originalidade e ao potencial imaginativo. A busca de referências em estilos e técnicas antigas é válida , porém não deve ser tomada como regra, pois tende a travar o potencial e criador de um profissional.  
No campo do Urbanismo, entende-se que a cópia pode ser útil como fonte de pesquisa, pois ao tratarmos de cidade vemos que cada caso é um caso e soluções pré-estabelecidas não se aplicam a todos lugares e/ou situações.  Estilos do passado são  pressupostos para o novo do futuro. Viva o convívio harmonioso com a  ruína!!!!? 
Ruskin entendia a Arquitetura como uma expressão forte e duradoura capaz de se eternizar carregando em si uma enorme carga de valor histórico e cultural. Ruskin defendia a idéia de que as edificações deveriam atravessar os séculos de maneira intocada envelhecendo segundo seu destino, lhe admitindo a morte se fosse o caso. Com algumas exceções permitia pequenos trabalhos de intervenção que evitassem a queda prematura das edificações.
Do mesmo modo, recomendava a execução de reforços estruturais em elementos de madeira e metal quando estes estavam em risco de se perder, assim como reparos pontuais de fixação ou colagem de esculturas em risco de ruir, mas de maneira nenhuma admitia imitações, cópias e acréscimos.? 

sábado, 2 de maio de 2009

[doc-francine] cópia

A temática da aula foi John RUSKIN + Willian MORRIS + Giovanni Baptista PIRANESI e os modelos que estes pensadores criaram de uma “cidade ideal”, formatada no ideário do retorno ao passado pré-industrial, onde o homem relacionava-se cotidianamente com a natureza. Imbuídos de uma nostalgia do passado, cada um teoriza novas formas de cidades, sempre buscando um passado que imaginam ser o ideal, longe das angústias e mazelas das cidades industrializadas. 
John Ruskin cria uma um modelo de cidade limitada e circundada por parques, onde cidade e natureza deveriam ser “preservadas” da mesma maneira. 
Willian Morris teorizou que as cidades deveriam ser pequenas aldeias, fluidas e irregulares, circundadas por reservas naturais, sem nenhum tipo de industrialização. 
E finalmente, Piranesi; que estudando a antiguidade clássica, reunia os fragmentos que encontrava, e diante de um questionamento sem resposta; simplesmente reinventava as cidades e os seus cotidianos. Para Piranesi “em matéria de arquitetura, não havia um Éden ao qual retornar”. Ele acreditava que deveríamos ser livres e interpretar a história da nossa própria maneira. O vazio é o espaço para ser preenchido da maneira que se queira.
Todas essas teorias são cópias de um passado idealizado. Não passam de uma invenção, de uma interpretação subjetiva de um passado que cada um dos teóricos idealizou. É um mundo de sonhos numa dimensão extraordinária de espaço, sendo ele grande ou pequeno, sem nenhuma limitação criativa.   

[doc-saulo] banqueiro anarquista

O Anarquismo pode ser compreendido como uma idéia política e social genérica que expressa negação de todo poder, soberania, dominação, divisão hierárquica, e o desejo de sua dissolução.  “Anarquismo é, portanto mais que anti-estatismo do governo (estado) sendo, apropriadamente, o foco central da crítica anarquista”.      
Na verdade é como se cada um tivesse autonomia, para proceder sem nenhum tipo de controle, ou lei.      
Então como falar de um banqueiro anarquista, que se encontra sob o total controle dos funcionários do banco, é contraditório, mas surge o problema de como se manter sem que haja controle, administração, então no anarquismo trabalha-se junto em questões espaciais, mas,  totalmente separado no desempenho das atividades.Tudo isso para evitar criar “tirania”.  Portanto essa prática torna-se irrealizável, pois sempre precisará existir uma hierarquia entre as atividades afim de controlar e distribuir os ganhos proporcionalmente entre os indivíduos de cada nível hierárquico. É como se fosse os salários dos bancários, o salário do gerente do banco + gratificações e o lucro total gerado pelo banco ao banqueiro.    
E assim, acabamos por considerar como justa a sociedade burguesa, que trabalha exatamente da forma citada.     
Aí está a capacidade do banqueiro se tornar um anarquista podendo influenciar os clientes de seu banco através do vinculo que os unem, o dinheiro, e assim não só o banqueiro, mas todos que de uma certa maneira possam influenciar demais indivíduos através de um objeto de dominação sob o controle dele.

[doc-gabriela] paixões

As cidades do século XIX refletiam o momento de mudança vivido pela sociedade. O homem que acreditava que com o domínio da máquina aumentaria a produção e conseqüentemente melhoraria sua vida, se viu escravo da sua própria ambição, deixando de lado suas vontades e prazeres para entrar na “corrida” em busca de algo que nem mesmo ele sabe o que é. 
Desta forma não só a vida das pessoas, mas a situação da cidade industrial estava em total descontrole, com uma densidade populacional assustadora, habitações e condições precárias, poluição, tudo isso causava repulsa e desprezo por parte das pessoas com o meio em que viviam. Diante deste caos, surgiram propostas de reformas urbanas, como é o caso dos utopistas discutidos em sala, mais especificamente Charles Fourier. 
Charles Fourier foi um grande crítico deste novo ambiente urbano e suas idéias contrapõem aquelas que estavam sendo absorvidas pela sociedade. Ele defendia que as ações não derivassem de um proveito econômico, mas de paixões, que poderiam ser alcançadas através de uma vivência coletiva e harmônica.  
Fourier coloca a paixão radical descontrolada como algo natural e fundamental na vida do homem, que deve ser aflorada e vivenciada no cotidiano. 
O Falanstério foi um projeto de Fourier  para o “caos urbano” vivido neste período. 
Esta nova proposta sugeria construções coletivas, estilo alojamentos, com quartos não familiares, onde todos pudessem se relacionar e ter uma vida em comum sem “barreiras individuais”. Um lugar propício para satisfazer os desejos sexuais e vivenciar as paixões. 
Este novo conceito reflete o pensamento socialista de Fourier que defendia a liberdade social e direitos iguais, negando tudo que tende ao individualismo.

[doc-frank] paixões

Falanstério era o modelo de comunidade proposto por Chales Fourier que consistia em grandes construções comunais com uma organização descentralizada, onde cada um trabalharia conforme desejasse. Para Fourier as paixões são impulsos e necessidades que podem ser desenvolvidas e que se fosse permitido às pessoas realizar livremente sues desejos, se produziria um estado de equilibrio e harmonia entre todos.  
Estas unidades habitacionais seriam auto-suficientes trocando bens entre si, dispondo de terras para o cultivo agricola e outras atividades econômicas. Cada pessoa seria livre para escolher seu trabalho, e o poderia mudar quando assim desejasse. Uma rede extensa desses falanstérios seria a base da transformação social que por meio da experimentação daria origem a um novo mundo, encontrando na América condições favoráveis para sua implantação.  
Fourier acreditava que viver com as mesmas pessoas a vida inteira e o tempo todo, mantendo relações amorosas e sexuais com a mesma pessoa por toda a vida condenava os envolvidos à monotonia e ao tédio, assim como ao conformismo, impedindo um maior desenvolvimento da personalidade se comparado às possibilidades existentes nas relações mais múltiplas de duração diversa, pois as pessoas aspiram à realização de seus desejos, no entanto se reprimem e recorrem à moral para se auto-justificarem e reprimirem os que quiserem perseguir seus desejos, ou como diria Fourier suas paixões. Neste contexto, é precavido imaginar o espaço em que se caracterizavam os fanlastérios, imagino um corredor, com infindas portas, destas algumas entreabertas, configurando o espaço dito como livre e independente, de experimentações e relações sociais distintas. 
Por fim, o destino das coisas sem uma organização racional e ocidentalmente pensada, o fracasso destes fanlastérios, dado pelas dificuldades intrínsecas e por seu rápido crescimento, atraindo em pouco tempo uma quantidade enorme de pessoas pouco preparada e menos comprometida.

notas sobre a produção de teorias urbanas quaisquer

sobre fazer teoria .Como se conhece .O que é especular ou hipóteses .Como racionalizar .Sobre teoria e prática ou a importância da consideração do fenômeno teórico como histórico presentificável .Quem formula uma teoria sobre o Urbano .Potências [in]disciplinares .Virtualidade e Transdução .Dialética e Gradações: necessidades da realidade .vida cotidiana .Urbanismo .Sobre valores .Festa .[bio]Potência [...]quaisquer?

sobre [panf]letagens [2sem2009]

usar a palavra-chave dada a partir dos seguintes textos como ponto de partida para produção de um construto
01. Kitchen Stories [direção: Bent Hammer] + ABALOS, I. O que é Paisagem = paisagens íntimas
02. KOOLHAAS, R. Cidade Genérica + KOOLHAAS, Rem. Vida na Metrópole ou a Cultura da Congestão = fantasias genéricas / congestão genérica
03. TSCHUMI, B. O Prazer da Arquitetura IN: NESBIT, K. Uma Nova Agenda para a Arquitetura = funcional / inutilidade
04. VIDLER, A. Teoria do Estranhamento Familiar IN: NESBIT, K. Uma Nova Agenda para a Arquitetura = roberto / dessimbolização
05. MAAS, W. FARMAX = leveza
06. NEGRI, A, HARDT, M. Multidão = maria de fátima
07. FLUSSER, V. Design: Obstáculo para a remoção de Obstáculos IN: _______. O Mundo Codificado = reciclagem / sofá
08. GANZ, Louise. Lotes Vagos na Cidade: Proposições para Uso Livre IN: ____ SILVA, B. Lotes Vagos = beleza
09. CRIMP, Douglas. Isto não é um Museu IN: _________. Sobre as Ruínas do Museu = coleção de museu / admiração imparcial
10. WEIZMAN, Eyal. Desruição Inteligente IN: v.v.a.a. 27a Bienal de Arte de São Paulo. Como Viver Junto = infestação / desparedamento
11. Koolhaas Houselife = funcionalidade
12. CORTEZAO, Simone. Paisagens Engarrafadas = paisagismo marcado
13. BRANDAO, Luis Alberto. Mapa Volátil. Imaginário Espacial: Paul Auster IN: _______. Grafias de Identidade. Literatura Contemporânea e Imaginário Nacional = andarilho
14. CANUTO, Frederico. Notas Sobre Ecologias Espaciais = ecossistemas
15. SANTANA, P. A Mercadoria Verde: A natureza = fotografias verdes
16. Central da Periferia = calypso amazônico / brega
17. BECKER, B. Amazônia: mudanças Estruturais e Urbanização IN: GONCALVES, M.F. et al. Regiões e Cidades. Cidades nas Regiões = fotografias verdes
19. Edifício Master. Direção: Eduardo Coutinho + CANUTO, Frederico. Apto[s], 01qrt, 1sl, 1coz, s/vg. =
20. WISNIK, Guilherme. Estado Crítico =

[d] - 1sem2009 = [doc]01 - 1osem2007 = [doc]

Documentário: Documentar os conteúdos ministrados durante a aula do dia, sendo obrigatório entregar no dia posterior, um arquivo digital contendo:
-fotografias/imagens do que foi escrito nas carteiras ou no quadro negro, bem como as discussões em sala de aula;
-outras imagens podem ser colocadas, porém devem ser relacionadas ao conteúdo da aula;
-um texto como o resumo da aula, podendo ou não conter colocações do aluno-autor;
-biografia dos autores citados em sala de aula [pesquisar no curriculo lattes, wikipedia e outros sites]. Na biografia dos autores citados deve, necessariamente, conter os trabalhos mais relevantes, bem como vínculo a escolas de pensamento;
-indicações de sites relacionados aos assuntos trabalhados em sala [mínimo de 05 links];
-notícias relacionadas ao assunto discutido em sala [mínimo de 05 notícias];

[a]02 - 1osem2007

Apresentações Grupo A: Apresentação para a sala de aula dos seguintes temas:[SURREALISMO]+[DADAISMO]+[FLUXUS], segundo os seguintes critérios mínimos: -exposição do pensamento do grupo e diversas correntes internas, através de seus conceitos; -exposição das diversas modalidades: pintura, escultura, arquitetura...; -período e países onde atou; -principais nomes e respectivos trabalhos; -articulação obra-conceitos-ambiente urbano. Grupo B: Apresentação para a sala dos seguintes temas: [KOOLHAAS01 – Delirous New York+SMLXL]+ [KOOLHAAS02 – Mutations+Project on the City 01+02]+ [KOOLHAAS03 – Content +Reconsidering OMA], segundo os seguintes critérios mínimos: -conceitos; -eviolução de pensamento; -textos e questões trabalhadas; -cronologia dos trabalhos; -articulação obra-conceitos-ambiente urbano.

[ps]03 - 1osem2007 = [ps]

Paisagens Superabundantes: Texto a ser entregue contendo imagens e textos, a partir dos conceitos operativos definidos diariamente na disciplina Teoria Urbana.